Para quem gosta de plantas, a Expoflor é uma oportunidade para conhecer novas espécies e encontrar exemplares para levar para casa. A 27ª edição da feira reúne cerca de 500 espécies até 14 de setembro, na Praça Raposo Tavares, em Maringá, com entrada gratuita. A programação também conta com artesanato, atividades de jardinagem e demonstrações de arranjos florais. Parte da renda das vendas será destinada a três instituições assistenciais. O funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 20h30. Aos sábados, domingos e feriados, a visitação ocorre das 8h30 às 19h.
Promovida pelo Lions Clube Cidade Canção, a feira conta com apoio da Prefeitura de Maringá, por meio da Secretaria de Aceleração Econômica e Turismo (Saet). Além da comercialização de flores e plantas, o público pode conferir barracas de artesanato e atividades relacionadas à jardinagem. Parte da renda obtida com as vendas será destinada ao Asilo Wajunkai, à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e à Associação Maringaense dos Autistas (AMA).
A presença de visitantes de outras cidades também faz parte da movimentação da feira. Vera Fiorino, de Nova Esperança, conta que acompanha o universo das plantas e não perdeu a oportunidade de conhecer a edição deste ano. “Quando fiquei sabendo que a Expoflor ia começar, já quis vir mesmo sendo de outra cidade. Eu gosto muito de plantas e aproveitei para conhecer a feira e procurar algumas orquídeas novas para a minha coleção”.
Para Aparecida de Fátima Oliveira, a localização da feira facilita a visita e já faz parte da rotina anual. “Eu desci do ônibus e já fiquei feliz em ver a feira aqui pertinho do terminal. É muito fácil chegar, fica pertinho, e eu venho todos os anos. Agora já estou pensando nos cantinhos do meu jardim onde vou colocar as plantas que encontrar”.
Para a prefeita em exercício, Sandra Jacovós, a feira também promove a integração entre pessoas que compartilham o gosto pelas plantas. “Tem gente que vem sozinha, tem quem venha com a família e também quem aproveite para conversar com outros apaixonados por plantas. A Expoflor de Maringá é um daqueles passeios em que cada pessoa acaba encontrando alguma coisa que combina com o seu jeito”.
O secretário de Aceleração Econômica e Turismo, Anníbal Bianchini, destaca a presença dos artesãos na feira. “Quando o visitante circula pelos estandes, encontra produtos feitos à mão e conhece um pouco do trabalho de quem produz na nossa cidade. É uma oportunidade para a comunidade vir à feira, conhecer os artesãos e aproveitar a programação”.
A presidente da Câmara de Maringá, Vereadora Majô, lembrou da variedade de eventos que movimentam a cidade ao longo do ano. “Maringá tem um público muito diverso e isso aparece também nos eventos que acontecem na cidade. Tem programação para quem gosta de música, gastronomia, cultura, artesanato e também para quem gosta de flores e plantas”.
Para a presidente do Lions Clube Cidade Canção, Denise de Paiva, a realização da feira envolve uma preparação que começa muito tempo antes da chegada dos visitantes. “A Expoflor exige uma preparação grande, desde a montagem até a organização dos espaços e a chegada das plantas. É um trabalho que fazemos com muita atenção e organização para receber o público de Maringá e também de outras cidades da região”.
Representando uma das instituições beneficiadas, o presidente da Associação Maringaense dos Autistas (AMA), Edecarlos Cardozo, comenta sobre a participação das entidades na Expoflor. “É muito bacana ver um evento que reúne famílias, artesãos, produtores e pessoas que simplesmente gostam de plantas. A gente acaba encontrando públicos diferentes e criando novas conexões durante esses dias de feira”.
Entre os expositores está o artesão Denilson Carucano, da Associação de Artesanato Santo Antônio. Para ele, participar da feira é uma oportunidade de apresentar peças diretamente a um público que já chega interessado em produtos para casa e decoração. “Quem vem procurar uma planta muitas vezes também quer encontrar alguma coisa para compor aquele espaço. O artesanato entra justamente aí, porque cada pessoa tem um gosto e procura uma peça diferente”.
(Texto: Comunicação PMM. Foto: Rafael Macri/PMM)