Vivenciar desafios cotidianos enfrentados pelas pessoas com deficiência foi uma das propostas da 2ª edição do Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência. A ação reuniu dezenas de pessoas na manhã deste domingo, 27, na área externa do Parque do Ingá. A programação promoveu inclusão, acessibilidade e convivência social, com atividades em cadeiras de rodas e com muletas, além de dinâmicas com os olhos vendados. A iniciativa foi realizada pela Prefeitura de Maringá, por meio de parceria entre as secretarias da Pessoa com Deficiência (Seped), de Esporte e Lazer (Sesp) e de Trabalho, Renda e Agricultura Familiar (Setrab).
O público acompanhou apresentações da Fanfarra da Apae Maringá, dos corais da Apae Mandaguaçu e Vozes da Inclusão, do Sicredi Dexis, além da Associação Maringaense de Parkinson. Atletas do paradesporto também mostraram suas habilidades em modalidades adaptadas, como futebol, basquete, vôlei, parataekwondo e flexão na barra. Para as crianças, a diversão ficou por conta dos brinquedos infláveis e da presença de personagens de desenhos animados.
O secretário da Pessoa com Deficiência, Marcos Aurélio da Silva, ressaltou que as experiências buscaram ampliar a percepção dos participantes sobre as barreiras enfrentadas no cotidiano. “Quando as pessoas vivenciam algumas dessas situações, conseguem compreender melhor os desafios e a importância da acessibilidade e da inclusão.”
O presidente e atleta do Kings Maringá, Marcelo Amaral, enfatizou a participação do público nas atividades e o papel do esporte adaptado na inclusão e na qualidade de vida das pessoas com deficiência. “O esporte adaptado abre caminhos para a inclusão social, promove saúde e bem-estar e cria novas perspectivas para a pessoa com deficiência. Na minha vida, trouxe oportunidades, experiências e muita socialização.”
O presidente da Associação dos Deficientes por Amputação de Maringá (Assama), Ademir Cruz de Almeida, salientou que a iniciativa contribui para dar visibilidade às pessoas com deficiência e fortalecer a busca por direitos. “Participei do vôlei sentado e gostei de ver a interação em outras atividades, inclusive com pessoas sem deficiência. Esse evento mostra que estamos presentes e unidos em um só propósito.”
(Fonte: Comunicação PMM)