Offline
MENU
Logo Radio

Em Curitiba, Rede de Proteção faz o repasse de ração para ONGs e pessoas em situação de vulnerabilidade
Por Administrador
Publicado em 16/09/2026 09:29 • Atualizado 16/09/2026 09:35
Notícias do Paraná

A semana ficará mais tranquila para 13 ONGs de protetores animais de Curitiba que cuidam de cães na cidade. Na terça-feira (15/9), a Rede de Proteção Animal fez o repasse de 6,5 toneladas (6,5 mil kg) de ração do programa Banco Municipal de Ração, da Prefeitura de Curitiba. Outras 170 pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade e são acompanhadas pela Rede de Proteção Animal também receberam rações para auxiliar na alimentação dos seus cães. 

Pelo site da Rede de Proteção Animal agora também é possível acompanhar a quantidade de ração para cães e gatos que é arrecadada, como também o total repassado para ONGs, associações, para os protetores independentes de animais da cidade e para pessoas em vulnerabilidade. 

Batizada como Tonelômetro, a ferramenta no site mostra a quantidade de toneladas arrecadadas e repassadas pelo Banco Municipal de Ração. “Essa é uma novidade e uma inovação que implantamos para que todos os protetores de animais, as ONGs, e sociedade em geral tenham acesso às informações e acompanhem as entradas e saídas de ração”, explicou o diretor de Pesquisa e Conservação da Fauna da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Edson Evaristo.

 

Os números atuais do Tonelômetro mostram que em 2026 já foram arrecadadas 53,35 toneladas de ração para cães e 3,5 toneladas de ração para gatos. Os repasses de ração para ONGs, protetores independentes e pessoas em vulnerabilidade somam 39,7 toneladas de ração para cães e 3,1 toneladas de ração para gatos. 

Ajuda importante

Para Thaysse Pamela Pereira Carvalho, voluntária da ONG Audote um Amiguinho, os pacotes de ração recebidos nesta terça-feira (15/9) do Banco Municipal de Ração vão ser uma ajuda importante para alimentar os cerca de 300 cães mantidos pela ONG.

 

“É um alívio que traz para a gente. Uma semana a menos que temos que batalhar. No total são quase 400 quilos de ração semanais. Porque além do abrigo que a gente tem, a gente trata os cães de rua também”, explicou Thaysse. 

Quem quiser ajudar a ONG, ou conhecer os cães para adoção, pode entrar pela conta do Instagram @audoteumamiguinho

As entregas de ração foram feitas no Centro de Referência de Animais em Risco (Crar), no CIC.

Doações

“Todos podem ajudar a manter o Banco Municipal de Ração, fazendo doações de ração e também com doações financeiras eletrônicas, feitas inclusive via Pix”, disse Evaristo.

As doações serão exclusivamente destinadas à aquisição de rações e produtos alimentícios para cães e gatos e podem ser feitas utilizando a chave Pix que é o e-mail institucional: protecaoanimal@curitiba.pr.gov.br.

A novidade está determinada na Lei nº 16.682, sancionada pelo prefeito Eduardo Pimentel em março deste ano.

Banco Municipal de Ração

Criado em 2019 pela Lei Municipal 15.449/2019, o Banco Municipal de Ração, através de arrecadações próprias e em parcerias, já destinou 305,6 toneladas de rações comerciais para cães e gatos resgatados das ruas da cidade.

Esse total garantiu aproximadamente mais de 2 milhões de refeições para animais resgatados em situação de risco por ONGs e protetores independentes, além daqueles mantidos por pessoas em condição de vulnerabilidade social.

O programa incentiva e auxilia no trabalho de ONGs e protetores de animais e todo mundo pode entregar doações de ração no Crar (Rua Lodovico Kaminski, 1.381, CIC), desde pessoas físicas até empresas.

ONGs que receberam ração nesta terça-feira (15/9)

  • Sociedade Protetora dos Animais de Curitiba
  • ONG Associação Adote com Consciência
  • ONG Associação Amigo Guaipeca
  • ONG Associação Audote um Amiguinho
  • ONG Associação do Amigo Animal
  • ONG Associação Projeto Ajudei
  • ONG Associação Violeta Vive
  • ONG Associação Vira Lataz
  • ONG Instituto Acolha Bicho
  • ONG Instituto Aumigão
  • ONG Instituto Fica Comigo
  • ONG Médicos de Rua
  • ONG Proteção Animal

(Texto: SECOM PMC. Foto: Ricardo Marajó/SECOM)

Comentários
Comentário enviado com sucesso!